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IBM anuncia novas medidas de cibersegurança para ajudar empresas a combater ataques baseados em agentes de IA

Nova avaliação de cibersegurança da IBM ajuda organizações a identificar e mensurar riscos introduzidos por modelos avançados de IA capazes de descobrir vulnerabilidades e realizar ataques autônomos

IBM anuncia novas medidas de cibersegurança para ajudar empresas a combater ataques baseados em agentes de IA
2026-04-22

A IBM anunciou novas medidas de cibersegurança desenvolvidas para ajudar as organizações a enfrentarem uma nova geração de ameaças digitais, à medida que agentes maliciosos passam a utilizar modelos avançados de inteligência artificial como armas. 

Os atacantes já estão empregando modelos de IA de última geração para acelerar todas as etapas do ciclo de vida de um ataque. Esses modelos representam uma mudança significativa nas capacidades ofensivas, reduzindo drasticamente o tempo, o custo e o nível de especialização necessários para executar ataques sofisticados, o que pode levar à disrupção contínua dos negócios. À medida que os ataques passam a ocorrer na velocidade das máquinas, programas de segurança baseados em ferramentas fragmentadas e processos manuais se tornam cada vez menos eficazes. Para enfrentar adversários que utilizam agentes autônomos, as organizações precisarão de programas de segurança igualmente autônomos, coordenados e operando em larga escala. 

Avaliação corporativa de cibersegurança para ameaças baseadas em IA de ponta 

As empresas operam hoje em ambientes de TI amplos e altamente complexos, difíceis de mapear completamente, o que cria condições ideais para que modelos avançados de IA identifiquem vulnerabilidades e as transformem rapidamente em vetores de ataque. Para enfrentar esse desafio, a IBM Consulting está lançando uma nova avaliação de cibersegurança, que ajuda as organizações a analisar seu nível de preparação frente a ameaças habilitadas por agentes de IA. 

A avaliação será conduzida pela IBM em conjunto com seus parceiros tecnológicos e tem como objetivo oferecer aos clientes o suporte necessário em seus ambientes de TI. Ela fornece uma visão aprofundada sobre lacunas de segurança, fragilidades em políticas, exposições específicas relacionadas à IA e possíveis caminhos de exploração. Também apresenta orientações priorizadas de mitigação, incluindo controles compensatórios quando não houver uma solução de software imediata disponível. 

Além disso, a avaliação identifica oportunidades para acelerar a detecção e a resposta a incidentes por meio de maior automação e melhor alinhamento arquitetônico. 

IBM apresenta o IBM Autonomous Security 

Diante do avanço de ataques cibernéticos impulsionados por inteligência artificial, empresas de tecnologia têm buscado novas abordagens para segurança digital. Nesse contexto, a IBM apresentou o IBM Autonomous Security, um serviço baseado em múltiplos agentes de IA voltado à automação de decisões e respostas em ambientes corporativos.

A proposta parte de um cenário em que ferramentas de segurança isoladas já não são suficientes para lidar com ameaças cada vez mais rápidas e complexas. O modelo reúne agentes digitais interoperáveis, capazes de atuar de forma integrada em diferentes camadas da infraestrutura, com o objetivo de reduzir a fragmentação dos sistemas de segurança e ampliar a capacidade de resposta.

Na prática, o uso de agentes de IA permite analisar vulnerabilidades em softwares e ambientes operacionais, identificar possíveis caminhos de exploração e automatizar ações como aplicação de políticas, detecção de anomalias e contenção de incidentes. A ideia é diminuir a dependência de intervenções manuais em processos que exigem velocidade e precisão.

Outro ponto é a integração dessas informações com sistemas de governança, risco e conformidade, o que tende a melhorar a visibilidade sobre a postura de segurança das organizações e reduzir o tempo de resposta a incidentes.

A iniciativa também reflete um movimento mais amplo do mercado, que busca estender a segurança para além da infraestrutura de TI, conectando-a às áreas como identidade, gestão de riscos e processos de negócio. Nesse modelo, a segurança passa a ser tratada de forma mais integrada à operação.

Para Mark Hughes, da IBM Consulting, o avanço de modelos de IA está criando um novo perfil de ameaça, mais automatizado e sistêmico. Segundo ele, esse cenário exige respostas igualmente estruturadas, com uso de tecnologias capazes de acompanhar a velocidade dos ataques.

De forma geral, a discussão aponta para uma mudança no papel da cibersegurança nas empresas. Em vez de depender exclusivamente de ferramentas pontuais, a tendência é a adoção de modelos mais coordenados, capazes de integrar dados, automatizar decisões e responder a incidentes de forma contínua.

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